Como ler esta página
- Regras oficiais
- As cinco primeiras seções resumem as fontes oficiais listadas no fim da página. Quem decide é sempre o governo americano.
- Serviços da assessoria
- A seção “O que a assessoria pode fazer” descreve o serviço, sempre conforme o contrato.
- Condições comerciais
- Valores e condições não aparecem aqui: são tratados na proposta e no contrato.
- Estimativas operacionais
- Prazos da assessoria, quando houver, aparecem em “Como é o atendimento” e não são prazos consulares.
O que é
O B1/B2 é um visto de não imigrante: serve para entrar nos Estados Unidos por um período limitado, sem mudar de país. O B1 cobre compromissos de negócios e o B2 cobre turismo e visitas. Na prática, os dois costumam ser emitidos juntos, como B1/B2.
Exemplos que o Departamento de Estado cita:
- Negócios (B1): reunir-se com parceiros comerciais, participar de congressos e convenções científicas, educacionais, profissionais ou de negócios, negociar contratos e resolver questões de inventário.
- Turismo e visita (B2): férias e passeios, visitas a familiares e amigos, tratamento médico, eventos sociais e cursos recreativos curtos que não contam para diploma.
O visto não permite estudar, trabalhar, fazer apresentações remuneradas nem morar nos Estados Unidos, e não pode ser usado para viajar com o objetivo principal de dar à luz no país. Quem decide se o visto é concedido é sempre o consulado americano; na chegada, a autoridade de imigração decide a entrada e o tempo de permanência.
Para quem se destina
Para quem quer viajar a passeio, visitar alguém, fazer um tratamento médico, participar de um evento ou resolver compromissos de negócios de curta duração, e depois voltar ao Brasil. Cada pessoa precisa do próprio pedido, inclusive crianças e familiares que aparecem no mesmo passaporte.
Principais requisitos oficiais
- Passaporte válido para a viagem, dentro das regras de validade aplicáveis.
- Formulário DS-160 preenchido online, com a foto enviada no próprio formulário.
- Pagamento da taxa consular do visto de não imigrante.
- Entrevista com o oficial consular: em regra é obrigatória, e o consulado pode exigi-la de qualquer solicitante.
- Agendamento no país de nacionalidade ou de residência, como orienta o Departamento de Estado desde julho de 2026. Quem agenda em outro país tende a esperar mais e pode ter mais dificuldade para se qualificar.
- Demonstrar ao oficial o propósito da viagem, a intenção de voltar e a capacidade de pagar os custos.
Etapas gerais do processo
- Preencher o DS-160 e guardar a página de confirmação.
- Criar a conta no sistema oficial de agendamento e informar o DS-160 de cada solicitante.
- Pagar a taxa consular.
- Agendar os atendimentos indicados pelo sistema: coleta de dados biométricos e entrevista, conforme o caso.
- Comparecer à entrevista com os documentos. As impressões digitais são coletadas digitalmente.
- Aguardar a decisão. Alguns pedidos passam por análise administrativa adicional, e o oficial informa quando isso acontece. Depois, o passaporte é devolvido pelo meio escolhido.
Em algumas renovações, a entrevista pode ser dispensada. Veja a página de renovação.
Documentos normalmente envolvidos
- Passaporte válido e, se houver, os vistos anteriores.
- Página de confirmação do DS-160 e comprovante de pagamento da taxa.
- Documentos que ajudem a mostrar o motivo da viagem, a intenção de voltar e como os custos serão pagos, como comprovantes de trabalho, renda, estudo e vínculos familiares. Se outra pessoa for pagar parte da viagem, isso também pode ser demonstrado.
A lista exata varia caso a caso, e o oficial pode pedir documentos ou não pedir nenhum. A carta-convite não é exigida e não é um dos fatores da decisão: o que conta são os vínculos do solicitante com o Brasil.
O que a assessoria pode fazer
Conforme o contrato:
- planejamento da viagem e organização da documentação;
- orientação e preenchimento revisado do DS-160;
- análise de perfil e Mapa de Melhora de Perfil;
- checklist e agendamentos;
- quando houver entrevista, material preparatório, mais de 100 perguntas de treino e simulação consular.
A assessoria não substitui o consulado e não garante aprovação.
